AKOMABU – A Cultura Não Deve Morrer - Sinopse do Enredo da Turma do Quinto
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AKOMABU – A Cultura Não Deve Morrer - Sinopse do Enredo da Turma do Quinto


SOCIEDADE RECREATIVA ESCOLA DE SAMBA TURMA DO QUINTO
ENREDO 2017: AKOMABU – A Cultura Não Deve Morrer
Concepção: Darlan Oliveira
Carnavalesco: Washington Coelho
Consultoria: Centro de Cultura Negra do Maranhão Identidade Visual e Projeto Gráfico: Caoca Cruz

SINOPSE
A presente sinopse tem como objetivo disseminar um conjunto de ações desenvolvidas no âmbito do Centro de Cultura Negra do Maranhão e em especial as atividades e realizadas pelo Bloco Afro Akomabu durante seus 32 anos de existência.
A nossa compreensão é que o Bloco Afro Akomabu possa levar inspiração para o Carnaval de 2017 da Turma do Quinto, uma escola de Samba do Bairro da Madre de Deus que tem inspirado a cultura popular Maranhense. Enfatizando que a cultura não deve morrer. Um aspecto bem relevante é que o Bloco Afro Akomabu, surge como uma proposta educativa que através da criatividade, musicalidade e da percussão, tem sensibilizado a sociedade Maranhense para o despertar da valorização da cultura negra e afro-brasileira, em nosso Estado.

 Nesse sentido compreendemos que o Akomabu é mais que um bloco, passar a ser um elemento cultural forte que tem a capacidade de elevar a autoestima de negros e negras do nosso Estado e compreender que a cultura é parte importante da nossa identidade étnica, sendo impossível nega-la. A beleza que o Akomabu tem levado para as ruas de São Luís, outros municípios e Estados Brasileiros tem contribuído para o reconhecimento da dimensão africana da nossa sociedade, constituindo 52% da população (IGBE, 2016) O Maranhão por ter em suja população 76,4% de negros e negras, é salutar a importância desse meio de comunicação e interação com outros grupos, e nessa caminhada com a Turma do Quinto para o Carnaval de 2017. Acreditando nessa parceria e troca de saberes como fortes elementos para a divulgação das conquistas da população negra do Maranhão a partir da criação do CCN podem afirmar que não se trata apenas de uma disputa pela preferencia do titulo do Carnaval 2017, mas, da afirmação de uma identidade negra (afro-maranhense brasileira) tão fortemente enraizada na comunidade da Madre de Deus. Um pouco do Centro de Cultura Negra do Maranhão O Centro de Cultura Negra do Maranhão - CCN foi fundado em 1979, por um grupo de pessoas militantes do movimento social negro que estavam preocupadas com a situação da população negra no Maranhão e no Brasil. Há 37 anos tem mobilizado militantes, simpatizantes, ativistas e profissionais para a organização política e cultural da população negra. Através dessa mobilização tem fortalecido a resistência, a luta e a identidade cultural e religiosa de seu povo tem influenciado nas politicas públicas no Maranhão, na luta por democracia e democracia racial. Uma das suas bandeiras de luta é a educação, titulação dos territórios quilombolas, saúde, fortalecimento da cultura africana e afro-brasileira, afirmação da identidade étnica e cultural entre outras ações de afirmação de direitos. O CCN é uma entidade do Movimento Negro constituída como uma sociedade civil sem fins lucrativos. Tem como missão a “conscientização político-cultural e religiosa para resgatar a identidade étnica cultural e a autoestima do povo negro viabilizando ações que contribuam com a promoção de sua organização em busca de cidadania, combatendo todas as formas de intolerância causadas pelo racismo, promovendo os direitos da população negra do Maranhão”. Para viabilizar as ações de combate ao preconceito, discriminação racial e social sustentadas pelo racismo, o CCN desenvolve atividades formativas, educativas e culturais. Esses instrumentos de conscientização são utilizados para lutar pela implementação dos direitos humanos e políticas públicas que garantam a qualidade de vida da população negra, implementando a dimensão africana na sociedade maranhense e brasileira. O CCN/MA desenvolve estudos e ações que servem de referência a outros estados da federação brasileira e organismo internacionais, permitindo atuar em diversas áreas junto a movimentos municipais, estaduais e nacionais. Através de suas ações culturais, politicas e de seus programas (Politicas Publicas e Direitos Humanos, Cultura e Identidade Afro-Brasileira, Formação e Participação e Saúde e Meio Ambiente), o CCN reivindica o espaço da população negra dentro da sociedade, traça um paralelo entre o resgate e a valorização da cultura negra e afro-brasileira e expande cada vez mais sua missão institucional. Histórico O Maranhão constitui-se no terceiro estado brasileiro de maior população negra, onde o período imperial apresentava um percentual de 55% da população escravizada, que se concentravam nas fazendas de algodão, arroz e cana-de-açúcar, sendo um dos pontos do Brasil onde mais desembarcou, oficialmente ou não, homens e mulheres escravizados africanos, principalmente a partir de 1682, quando se organizou a primeira Companhia do Comércio do Maranhão, que tinha por contrato, a obrigação de introduzir escravos africanos, que suprissem à carência de mão-de-obra das fazendas maranhenses. Essa situação do passado explica a grande população de afrodescendentes que hoje existe no estado, como também explica (mais não justifica), a intenção das classes dominantes escravocrata, de tentarem perpetuar a relação de poder senhor x escravos, em moldes modernizados, no período pós-abolicionista (após 1888), quando vamos detectar uma população negra urbana muito pobre e com uma organização cultural e política fragilizada, levada a acreditar no mito da democracia racial e a incorporar todos os maléficos estereótipos e ensinamentos da ideologia do embranquecimento, onde negam sua origem étnica, autodenominando-se “morenos”, “marrons”, “chocolates”, “café com leite”, “moreno ou morena jambo” ou ““ negros” de alma branca”, e ainda empurrada a se acomodarem numa fatalidade reproduzida pelas idéias de que “o negro tem que saber o seu lugar” ou que “política e ser doutor é coisa de branco”. Esse contexto de realidade social, bastante marcada pelas desigualdades, tem nos impulsionando a lutar incessantemente pela garantia de nossos direitos e valorização de nossa cultura, precisa ser enfrentada pela sociedade brasileira e o Estado, com o estabelecimento de ações concretas de políticas públicas que visem à eliminação dessas desigualdades, na construção de um novo tipo de sociedade, onde as diferenças raciais e culturais não sejam condições para privilégios ou desigualdades. Várias pesquisas sobre as desigualdades raciais no Brasil têm contribuído para o reconhecimento de que os negros brasileiros possuem características específicas e desvantajosas em relação à inserção social no país. A falta de incentivo pós-abolição de politicas públicas como educação, titulação dos territórios quilombolas, saúde da população negra, afirmação dos direitos de crianças, adolescentes, jovens e das mulheres negras, e ao acesso à cultura, contribui para a pouca participação preservação e resgate de manifestações culturais da origem de seu povo. Nesse sentido fale ressaltar que os afro-brasileiros são descendentes de uma civilização avançada, negada até hoje pelo eurocêntrismo colonizador. Vale ressaltar que algumas regiões brasileiras mantêm mais vivas a presença e a preservação da cultura de matriz africana, por meio dos cantos, da dança, da literatura, da poesia, da alimentação o que tem influenciado intensamente a música e as manifestações populares brasileiras. O Maranhão, segundo maior mercado receptor de escravos, preserva um imenso acervo histórico e cultural. Há cerca de dezenove anos a UNESCO atribuiu a São Luís, capital maranhense, o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, principalmente pelo seu conjunto arquitetônico. A riqueza cultural imaterial de São Luís também é imensamente valiosa, marcada pelas tradições e manifestações populares, construídas por mãos africanas e afrodescendentes perpetuadas ao longo dos anos. Os principais atores desse processo de preservação cultural são as pessoas negras, a maioria desempregada, que preserva a tradição de cantarolar durante os afazeres diários, contribuindo assim cotidianamente para reviver dos costumes e tradições, das festas e da fé de um povo que trouxe da África, junto com o sofrimento da escravidão, uma riqueza cultural inestimável, que se recria a cada dia, ao ter contato com outros fenômenos culturais. A música e a dança são componentes indissociáveis da cultura afro-brasileira e afro-maranhense. Nelas, a comunidade negra se identifica e se expressa, manifestando sua força, sua graça e sua beleza. No Maranhão, boa parte dos rituais e das festas populares é marcada por ritmos de origem negra ou indígena, a exemplo do bumba boi, do tambor de crioula e do carnaval. O Bloco Afro Akomabu O Bloco Afro-Akomabu foi criado em 1984 ganhou a adesão da população negra afro-maranhense e afro-brasileira e transformou-se num dos maiores blocos populares do estado. Em yorubá o termo Akomabu significa “a cultura não pode morrer”. O Akomabu não é um bloco no modelo convencional, assim, não disputa prêmio nenhum, pois tem o objetivo de levar uma mensagem de valorização da autoestima dos afrodescendentes e tem se tornado uma expressão cultural da população negra maranhense. A cada ano, o Bloco Afro-Akomabu arrasta multidões embaladas pelos sons dos atabaques, agogôs, cabaças e coreografias, com grande influência em seu ritmo dos toques dos terreiros de mina do Maranhão e de outros instrumentos de percussão afro. Os ensaios gerais do Bloco são realizados de forma itinerante nos bairros populares de São Luís, ampliando a sua visibilidade e o alcance de sua proposta de valorização da identidade étnica da população afrodescendente. Nesse contexto destaca-se pelo seu ritmo musical, com batida forte do afoxé que em vários aspectos a religiosidade africana também se faz presente. Junto com o bloco temos o Grupo de Dança Afro Abanjá e a Banda Afro Akomabu, como instrumentos de luta do Centro de Cultura Negra do Maranhão, no combate ao preconceito, discriminação racial e o racismo através da preservação e valorização da riqueza cultural do povo negro. O Akomabu como um instrumento de educação busca ainda consolidar e divulgar as manifestações culturais e fortalecer a identidade da população afrodescendente. Nesse sentido o Akomabu tem proporcionado à integração, socialização e trocas de conhecimentos com enfoque nas atividades culturais e artísticas e suscita na sociedade mudanças de comportamentos frente à arte e cultura afro-brasileira. Dessa forma, tem criado referências positivas que contribuam para a construção e o fortalecimento de outros grupos afro-maranhenses, mostrando que devemos nos orgulhar de nossas origens africanas, praticando a filosofia Ubuntu, da solidariedade e compartilhamento mútuo. O Akomabu saiu pela primeira vez em 03 de março de 1984 com 30 participantes, cantando músicas dos terreiros de tambor de Mina do Maranhão (em dialeto Jeje Nagô) e algumas músicas do Bloco Afro Ilê Aiyê, de Salvador. Em 1985 houve a primeira escolha de tema para o bloco, sendo que nesse ano as músicas do Akomabu foram feitas sobre o tema geral intitulado “Luta de negro”. Nos anos seguintes o bloco trabalhou com os seguintes temas: 1986 – Pérolas Negras; 1987 – Negrice axé; 1988 – Africanto; 1989 – 10 anos do CCN; 1990 – Religião Mina no Maranhão; 1991 – Reggae: da Jamaica ao Maranhão; 1992 – Quilombos e quilombolas; 1993 – Frechal, terra de preto; 1994 – Raízes África Brasil; 1995 – Tricentenário de Zumbi dos Palmares; 1996 – Orixás, os deuses africanos no Brasil; 1997 – Rainhas negras no reino Akomabu; 1998 – Bairro da liberdade: espaço e expressão da negritude; 1999 – CCN 20 anos de história; 2000 – Axé povo afro tupy; 2001 – Tambor de crioula; 2002 – Religiosidade africana no Maranhão: do Jejê-Mina ao Nagô; 2003 – Abanjá: um mergulho na cultura afro do Maranhão. 2004 - Da África ao Maranhão: Akomabu Cultura e Tradição 2005 - “Codó: Cidade dos Encantos e Magias da Cultura Afro-Maranhense” 2006 – Periafricania da Capoeira ao Hip – Hop. 2007 - “Akomabu: Procissão Quilombola em Busca da Paz” 2008 - “Akomabu: Vem protestar os 120 Anos da Falsa Abolição 2009 – Omoobá, pretas velhas e ervas medicinais 2010 - África um legado de riqueza e sabedoria 2011 – Do Akomabu do Maranhão ao Ilê Aiyê da Bahia “Negro toca tambor, mas também quer poder”. 2012 - “Ilha Negra de São Luís” 2013 - “Mundinha Araújo”: A guerreira que faz história. 2014 - Bloco Afro Akomabu “30 anos de luta e resistência”. 2015 –.Abanjá 30 Anos de Dança Afro no Maranhão 2016 - O Divino Império Akomabu 2017 - “Pai Euclides – Talabiãn: o guerreiro africano que atravessou os mares Por Luiz Alves Ferreira e Raimundo Maurício Matos Paixão, ⁠⁠⁠⁠ TEXTO COMPLEMENTAR LUIS FERNANDO LINHARES vulgo Prego fundador da turma do saco e autor de músicas do CCN a exemplo de PÉROLAS. Não vou me deter aqui aos rigores históricos, estatísticos, ou cronológicos, mesmo porque estou certo que não sou a pessoa mais apropriada a esse tipo de texto. Por isso, falarei apenas de sentimentos. Na primeira metade dos anos 1980 o Centro de Cultura Negra do Maranhão sentiu a necessidade de agregar ao carnaval ludovicense um bloco carnavalesco que expressasse de forma autêntica a conjunção de aspectos próprios da cultura do povo afrodescendente no Estado do Maranhão. Naquela época, a arte plástica, a música, a dança existentes nas organizações carnavalescas de então não preenchiam a lacuna da representação desejada pelos participantes do Centro de Cultura Negra do Maranhão. Lembro-me da mobilização quase espontânea dos talentos: - músicos, dançarinos, compositores, historiadores, pesquisadores e tantos outros talentos sedentos de uma representação étnica que marcasse o carnaval maranhense de forma distinta e pioneira. Lá nos primórdios eu, o saudoso compositor Escrete e o Paulinho (que naquela época ainda não assinava como Paulinho Akomabu) ainda compomos uma música juntos, mas o produto não foi dos melhores. Depois os talentos dos compositores Paulinho e Escrete se juntaram ao de Tadeu de Obatalá, Professor Dr. Carlos Benedito e de outros compositores e, dessa reunião de talentos surgiu uma série extensa de excelentes composições apropriadas ao Akomabu, feitas especificamente para o bloco, inspiradas, muitas delas, no próprio bloco, tamanho o entusiasmo que essa organização causou. As fantasias, os adereços, as coreografias apresentadas pelo Akomabu são indicativos dos talentos que a fundação do bloco deu vazão. Tudo era novo, tudo era maravilhoso, tudo era deslumbrante. Os modos de vestir, de tocar, de cantar, as músicas, fazem do Akomabu mais que um bloco carnavalesco, um encanto. Uma expressão cultural que traz na sua essência o respeito pelas casas de culto de matriz africana. Assim, o Akomabu num gesto de humildade e respeito singular baixa a cabeça para ser batizado ora na Casa das Minas, ora na Casa de Nagô. Canta a liberdade do povo negro, a luta contra o preconceito racial, o racismo e todas as formas de distinção negativa do homem e da mulher afrodescendentes. Akomabu torna-se sobretudo um canto de liberdade, um grito negro por iguais oportunidades, um modo étnico de se manifestar. Foi assim que a população de São Luís recebeu o Akomabu – como um encanto. Aquela lacuna que eu citei no início, pareceu preenchida quando o Akomabu se apresentou às ruas de São Luís. Todos queríamos ver, tocar nas fantasias, nos adereços, entrar no bloco e dançar junto com os participantes. Muitos dos talentos do povo negro do Maranhão que estavam de alguma forma reprimidos, sem voz, sem vez, sem expressão ou manifestação, vieram à tona por meio do Akomabu. Paulinho revelou-se um grande compositor e se integrou de tal forma e com tamanha intensidade que passou a chamar-se Paulinho Akomabu, Escrete que já era um compositor brilhante no carnaval do Maranhão, fazendo os sambas do Bloco Tradicional “Os Velhinhos Transviados”, do bairro da Liberdade, teve no Akomabu um canal de expressão de músicas da sua autoria que se tornaram emblemáticas no âmbito da musicalidade do nosso estado. Tadeu de Obatalá teve no Akomabu a oportunidade de mostrar o seu farto talento, a sua facilidade de compor, sua musicalidade contagiante. Mesmo sendo conhecido como compositor da Turma do Saco, em 1984, fiz para o Akomabu a música “Pérolas Negras”, que foi gravada primeiro pelo cantor Cláudio Pinheiro e, depois pelo Akomabu. O bloco Akomabu tem certo pioneirismo e, justamente, por isso, no início ele abriga um imenso número de talentos dos mais diversos ramos da arte, o que é comum em organizações que são fundadas como pedras fundamentais de um ramo qualquer da cultura de um povo. Mais tarde, do Akomabu, vão derivar organizações correlatas de variadas dimensões culturais. O Akomabu que já foi cantado pela Turma do Quinto, em um samba de autoria de César Teixeira, agora volta para o carnaval de 2017 como tema desta escola de samba. Salve, salve essa Escola de Samba... Salve a Turma do Quinto, que agora terá no seu time de carnavalescos a presença criativa de Darlan Oliveira, carnavalesco tradicional da Turma do Saco, com a responsabilidade imensa de sentar-se à cadeira que sentou, aquele que, na minha opinião, foi um dos mais criativos carnavalescos que o Maranhão produziu. – Tácito Borralho. Os trabalhos produzidos pelo Tácito Borralho deveriam compor peças do Museu do Carnaval maranhense, se por acaso, esse existisse. Para ser sincero, preservar as obras do Tácito Borralho já significa Akomabu. A presença de Darlan Oliveira na Turma do Quinto dá à palavra Akomabu o status de verbo, pois que o seu trabalho dará seguimento à tradicional Turma do Quinto. Escola de samba cujo nome foi dado por um tio meu que se chamava Inocêncio, mas na Madre de Deus todos o conheciam pelo apelido de “Lousa”. “Escola que o Quinto criou”, como fala o samba composto pelo meu tio e padrinho Joaquim Paz de Linhares – o Careca. Assim, a cultura não morrerá jamais, porque cantando o Akomabu a Turma do Quinto leva à passarela do samba uma das mais autênticas manifestações da cultura do Maranhão. Da mesma forma, ao renovar seu quadro de carnavalescos a Turma do Quinto dá continuidade a mais relevante tradição que tem o bairro da Madre de Deus, sem desmerecer a significação dos Fuzileiros da Fuzarca. Carnavalescos, compositores, trabalhadores do carnaval que fazem a Turma do Quinto, akomabuzem de todas atividades necessárias para que a Turma do Quinto se apresente na passarela do samba com o brilhantismo de sempre, com a cadência peculiar que só a Madre de Deus tem, mostrando que a nossa cultura sobreviverá às intempéries políticas, sociais, econômicas, culturais e ambientais dos tempos hodiernos, pois nenhum obstáculo será capaz de deter a criatividade, a raça, a perseverança cultural, o brilho do povo da Madre de Deus


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