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Vereador Chaguinhas quer criação da Lei da Ficha Limpa Municipal




“É imperativo que o município de São Luís adote medidas moralizantes no que se refere a administração pública ao nomear pessoas probas para conduzir os destinos dos órgãos responsáveis pelo erário e bem estar da população. A capital do Estado precisa dá exemplo aos demais municípios maranhenses no sentido de retidão administrativa, bem como vem fazendo diversas cidades brasileiras”. A afirmação é do vereador Francisco Chaguinhas (PSB) ao anunciar a apresentação de um projeto de Lei que dispõe sobre a nomeação de servidor para o exercício de cargo em comissão ou função gratificada no âmbito dos Poderes Executivo e Legislativo.

Já batizado como Lei da Ficha Limpa Municipal, a proposta do vereador socialista conta com dez (10) artigos, estabelecendo requisitos para o ingresso de servidor na administração pública como ter ação julgada procedente na Justiça Eleitoral, ter condenação com trânsito julgado relativa aos crimes contra a economia popular, administração e patrimônios públicos e fé pública, contra o patrimônio privado, contra o sistema financeiro e mercado de capitais e relacionados a lei da falência, lavagem e ocultação de bens e valores, abuso de autoridade, delitos eleitorais de qualquer natureza, entre outros. A iniciativa ainda enumera ser detentor de cargo nas administração pública direta ou indireta, fundacional e se beneficiar ou a terceiros, com abuso de poderes político e econômico e ter sido demitido do serviço público mediante processo administrativo ou judicial.

Em jogo sofrível, Moto fica só no empate de 2 a 2 com o Ríver

Moto Club e River-PI não passaram de um empate por 2 a 2, no Estádio Castelão, em São Luis, na pela sétima rodada do Grupo A2 do Campeonato Brasileiro da Série D, na tarde deste domingo. Quem comemorou foi o Remo, que conseguiu permenecer na zona de classificação à próxima fase.

Com o empate, o River-PI segue na liderança do grupo com dez pontos, enquanto o Moto Club-MA ocupa a terceira colocação com sete pontos, atrás do Remo, que folgou nesta rodada e está na segunda posição, com oito.


O JOGO
O River mostrou porque é líder da chave e comandou as ações desde o início. Melhor em campo, o time visitante abriu o placar aos 32 minutos. Após cobrança de falta, Fabiano e o zagueiro Pierre dividiram e a bola acabou entrando.



Em seguida, porém, Pierre se redimiu e empatou a partida dois minutos depois. O defensor mostrou presença de área e mandou para o gol após finalização na trave do atacante Fabiano. No segundo tempo, o equilíbrio prevaleceu e os time só foram marcar no final. Rafael Araújo recolocou os visitantes na frente após cobrança de escanteio.

Após uma expulsão para cada lado, o Moto Club teve mais espaço para reagir e conseguiu arrancar o empate no final com gol de Gabriel em cobrança de pênalti.

PRÓXIMOS JOGOS


O Moto Club volta a jogar contra o Guarany, no próximo sábado, às 17 horas no Estádio do Junco, em Sobral no interior do Ceará. Já o River folga na próxima rodada e só volta em campo dia 14 contra o Remo, fora de casa.

Nova pesquisa, Marina empata com Dilma no 1º lugar.

Em pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira (29) no Jornal Nacional, da TV Globo, Marina Silva (PSB) voltou a apresentar crescimento em relação às últimas pesquisas. Ela agora está empatada com Dilma Rousseff (PT) e à frente de Aécio Neves (PSDB).

Uema encerra a III Jornada de Ciência Sociais, no Convento das Mercês




Na tarde desta quinta-feira (28), foi realizado o encerramento da III Jornada de Ciência Sociais da Universidade Estadual do Maranhão (Uema). O evento aconteceu no Convento das Mercês – Centro Histórico e contou com a participação de estudantes, professores e convidados. A conferência de encerramento intitulada “Conflito religioso e democracia no Brasil contemporâneo: negras heranças” foi proferida pelo professor Vagner Gonçalves, da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo o conferencista, o objetivo era tentar entender alguns desdobramentos entre religião e espaços públicos. Relações que são consequências da religiosidade afro-brasileira e da cultura nacional.

Sampaio perde penalty e só empata de 0 a 0 com o América-MG

Tricolor segurou o líder da Série B no estádio Castelão e, com um pênalti desperdiçado por Eloir, ficou no 0 x 0 com o time mineiro.

30/08/2014 - Jornal O Estado do Maranhão
I

Atacante William Paulista lamenta

O América (MG) veio até o Maranhão com o intuito de conquistar o primeiro turno da Série B do Brasileiro, mas encontrou um adversário complicado pela frente. O Coelho e o Sampaio Corrêa ficaram no empate sem gols, em duelo realizado ontem, no estádio Castelão, em São Luís. O placar obriga a torcida americana a secar Vasco e Ceará, que ainda vão jogar na rodada.

Com o resultado, o Coelho vai aos 33 pontos e, para ficar com o título do primeiro turno, vai precisar torcer contra Vasco e Ceará, que podem no máximo empatar seus jogos. Neste caso, as equipes empatam na pontuação, mas os mineiros levam vantagem nos critérios de desempate. Já o Sampaio Corrêa chega aos 28 pontos, no bloco intermediário.

Na sequência da Série B do Campeonato Brasileiro, o América (MG) terá compromisso contra o Vasco, jogo no dia 6 de setembro, no Independência. Já o Sampaio Corrêa terá um tempo menor de preparação, já que volta a campo na terça-feira, para duelar contra o Paraná Clube, na Vila Capanema.

O jogo - O duelo no Castelão começou com equilíbrio de forças, mas aos poucos, o América-MG passou a agredir com mais de intensidade, principalmente pelas laterais do campo. Como o Sampaio Corrêa também apresentou boa movimentação do meio-campo para frente, o jogo acabou agradando ao bom público que prestigiou a partida.

Aos dez minutos, o avante Obina mostrou que sabe jogar fora da área e arriscou chute colocado que passou muito perto do travessão de Rodrigo Ramos, assustando o torcedor maranhense. Depois da pressão inicial, os americanos passaram a priorizar a marcação e as saídas rápidas para o ataque.

Com essa nova configuração, o confronto passou a ter poucos espaços e muitas disputas de bola no meio-campo. Chamou a atenção o grande número de bolas levantadas nas duas áreas, quase sempre da intermediária, o que facilitou a vida dos defensores. O América-MG tentou usar a velocidade do atacante Diney, mas o atleta pouco produziu.

O técnico Moacir Júnior tentou surpreender com o avanço dos volantes, o que poderia ter resultado em gol, mas Andrei Girotto furou em um bom lance dos visitantes. Aos 29, a equipe da Bolívia Querida respondeu com chute cruzado de Edgar, que foi interceptado antes de chegar ao goleiro Fernando Leal.

No fim do primeiro tempo, os donos da casa conseguiram controlar melhor o jogo, acuando os mineiros, que não conseguiram encaixar os contra-ataques. Aos 39, Willian Simões fez jogada individual e acertou a trave americana. No rebote, William Paulista bobeou e não conseguiu completar para as redes, mas a jogada serviu para animar a torcida no Castelão.

Na etapa final, o desenho tático do duelo mostrou uma América-MG com linhas de marcadores recuadas e um Sampaio Corrêa procurando o ataque, mas com dificuldades criativas.

Para tentar colocar fogo no jogo, o técnico Lisca promoveu a entrada de Pimentinha, que abusou da velocidade para cima dos zagueiros visitantes e conseguiu

criar algumas jogadas, acuando ainda mais o Coelho.

Vacilando na defesa, os mineiros permitiram o crescimento dos donos da casa e, aos 30, André derrubou Willian Simões dentro da área, o arbitro Elmo Alves Resende Cunha não titubeou e marcou pênalti. Eloir foi para a cobrança e acertou o canto esquerdo de Fernando Leal, mas a bola caprichosamente carimbou a trave, frustrando a torcida maranhense em um dia em que a bola não entrou. No fim do jogo, o América também acertou a trave e o placar não mudou.

FICHA TÉCNICA
Sampaio Corrêa 0

Rodrigo Ramos; Mimica, Edimar, Luis Otávio e Willian Simões; Jonas, Marino, Eloir e Válber (Valdir); Edgar (Pimentinha) e William Paulista (Célio Codó) Técnico: Lisca

América-MG 0

Fernando Leal; Adalberto, Renato Santos (André), Vitor Hugo e Gilson; Thiago Santos, Andrei Girotto, Renan Oliveira (Bruninho) e Willians; Diney (Doriva) e Obina Técnico: Moacir Júnior

Local: Estádio Castelão, em São Luís (MA) // Data: 29 de agosto de 2014 // Horário: 20h30 (de Brasília) // Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO) // Assistentes: Cristhian Passos Sorence (GO) e Evandro Gomes Ferreira (GO) // Cartões amarelos: (Sampaio Corrêa) Edgar, Válber, Willian Simões, Mimica (América-MG) Willians, Thiago Santos, Vitor Hugo

III Jornada de Ciências Sociais debate sobre profissão e ensino da Sociologia




A III Jornada de Ciências Sociais da Uema tem promovido diversos debates durante a semana. Com a temática “Democracia, Desenvolvimento e Conflitos Sociais”, o evento fomenta um amplo debate, que envolve a comunidade acadêmica e a sociedade em geral.

Na manhã desta quinta feira (28), a mesa redonda que deu início à programação do dia discutiu sobre o “Mercado de Trabalho dos Cientistas Sociais”. Entre os palestrantes estiveram: o sociólogo e empresário Alessandro Araújo Lamar; o professor José Domingos Cantanhede Silva (Uema); a antropóloga Suely Dias Cardoso; o assessor da Fetaema Miguel Henrique; e o professor César Choairy, que coordenou a mesa.

Em sua fala, o professor José Domingos Cantanhede falou sobre a necessidade de trazer a discussão sobre o mercado de trabalho do cientista social, que, segundo colocou, abrange diversas áreas, como a Sociologia, a Antropologia e a Política:

Lembrança de Aluísio Azevedo

Antonio Carlos Lima - Jornalista24/08/2014

No ano do 132o aniversário da publicação, em São Luís, do romance O mulato, marco do Naturalismo no Brasil, seu autor, o escritor Aluísio Azevedo, recebe de seus conterrâneos uma homenagem e uma desfeita.
A primeira reedição maranhense do livro, promovida e lançada há uma semana pela Academia Maranhense de Letras, representa, na verdade, a segunda homenagem póstuma do povo maranhense ao seu romancista mais importante e um dos autores mais populares do Brasil.

Por estranho que pareça, desde o ruidoso lançamento de O mulato, em 1881, fato que despertou a ira da sociedade escravocrata e conservadora de São Luís, somente uma vez Aluísio Azevedo recebeu de sua província demonstração explícita de apreço.