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Prefeitura divulga resultado da primeira fase do seletivo para estagiários do IPAM


 A Prefeitura de São Luís divulgou a relação dos aprovados na primeira fase do Processo Seletivo Simplificado de Estagiários para 32 vagas em cadastro de reserva no Instituto de Previdência e Assistência do Município (Ipam). O resultado final será divulgado na próxima sexta-feira (24), na sede da Perícia Médica, e publicado, posteriormente, no Diário Oficial.

A lista completa dos candidatos classificados pode ser obtida no Portal da Prefeitura (veja lista completa). Os classificados passarão pela etapa final de entrevistas na próxima quarta-feira (22), na sede do Ipam, na Rua do Sol, e no Centro de Convivência – Olho D´Água, pela manhã e pela tarde, conforme os horários definidos e divulgados na primeira fase, de acordo com a área de atuação.

Bruno Moura e Moises são os novos reforços do Sampaio Corrêa para a série B

Lateral Bruno Mouro e o volante Moises, ex- Linense 
O Sampaio Corrêa segue se reforçando para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro deste ano. Nesta segunda-feira, o presidente Sergio Forta anunciou a contratação de dois reforços. 
O lateral direito Bruno Moura e o volante Moisés assinaram com o clube de São Luis do Maranhão e serão apresentados na terça.Os dois atletas vieram no Linense-SP. Aos 22 anos de idade, Bruno Moura se destacou durante o Campeonato Paulista e foi considerado uma das revelações da competição regional. Até o momento, o jogador já vestiu a camisas de Angra-RJ, Nacional da Ilha de Madeira, de Portugal, Palmeiras-SP e Duque de Caxias-RJ.
Aos 24 anos, o volante Moisés já teve passagens por Bragantino, Mogi Mirim e Boa Esporte, quando atuou na Série B do Campeonato Brasileiro do ano passado.


Jovens podem ser os mais prejudicados por queda na economia

MAURO PAULINO

DIRETOR-GERAL DO DATAFOLHAALESSANDRO JANONIDIRETOR DE PESQUISAS DO DATAFOLHA


Muito se fala nos reflexos da inflação e da queda do poder de compra no perfil do mercado de trabalho, especialmente para os jovens que passariam a buscar mais inclusão por conta de perdas na renda familiar. O fenômeno geraria, segundo alguns, aumento da taxa de desemprego na população economicamente ativa, já que boa parte desse segmento que só estuda passaria a buscar emprego em cenário desfavorável.

Mas limitar a análise ao universo dos que exclusivamente são estudantes é subestimar o potencial de impacto da economia e, principalmente, de eventuais mudanças na lei de terceirização sobre a maioria do segmento --o conjunto dos jovens que já trabalham.

"Batucada "será encenado na Casa do Maranhão, hoje, às 19h.


Batucada, de Marcelo Evelin (Demolition Inc.), será encenado na Casa do Maranhão, hoje, às 19h. O trabalho volta ao Brasil depois de ter sido apresentado em Bruxelas e Frankfurt. Nesta turnê, além de São Luís, o espetáculo foi apresentado em União e Parnaíba, Piauí.
A montagem de Batucada se propõe como um acontecimento. O ritmo transita entre a festa e o protesto num ritual que expõe a relação conflitante entre uma coletividade quase tribal e as subjetividades dos indivíduos. O batucar em objetos cotidianos contagia, desmancha fronteiras entre expectador e artista, e provoca reflexões sobre a pulsão do homem na sociedade contemporânea.

Sampaio supera temporal e expulsão para bater o Moto Club

Pimentinha fez a diferença, marcou um gol e ainda fez assistência para Robert

PAULO DE TARSO JR./IMIRANTE ESPORTE 19/04/2015

Vitória por 3 a 1 deixa Tricolor perto de chegar à final do Estadual

 Quando Sampaio e Moto medem forças em campo, tudo pode acontecer. E quando dizemos que tudo pode acontecer, é tudo mesmo. A começar pelo atraso de quase uma hora do início do jogo devido ao temporal que castigou São Luís. Passado o dilúvio, enfim a bola rolou, com certa dificuldade, mas rolou no Estádio Castelão.
 Apesar das dificuldades com o gramado encharcado, o Superclássico deste domingo (19) pelo Campeonato Maranhense foi intenso. Disposição não faltou para os jogadores de ambas as equipes. No fim, melhor para o Sampaio Corrêa que conseguiu vencer o rival por 3 a 1 de virada mesmo tendo Curuca expulso ainda na etapa inicial.

Em São Luís, 101 casarões estão em risco

Prédios dos séculos 18 e 19, no centro histórico da capital maranhense, são tomados por mato e usuários de drogas

Número representa quase 10% dos imóveis tombados da cidade; Iphan admite casos de risco de desabamento
JULIANA COISSIDE SÃO PAULO
"Um número excepcional de edifícios históricos foi conservado", em "um extraordinário exemplo de cidade colonial" nas Américas.

É assim que a Unesco descreve o centro histórico de São Luís (MA), considerado patrimônio mundial.

Hoje, porém, casarões em condições precárias, com infiltrações nas paredes e telhado deteriorado, ruas sujas e a presença de usuários de drogas afastam moradores e turistas e transformam a joia colonial em área abandonada.
Ao menos 101 casarões do centro histórico estão em situação crítica de conservação, segundo mapeamento da Defesa Civil do Estado.

O número corresponde a quase 10% dos 1.342 imóveis na área considerada de patrimônio mundial. São casarões, palácios de governo e igrejas dos séculos 18 e 19. Alguns são anteriores a 1700.

O Iphan, órgão federal de proteção do patrimônio, admite haver casos --poucos --com risco de desabamento.

Nos casos mais críticos, só restam as fachadas dos casarões e o mato alto. Ruínas servem como estacionamento irregular e abrigo de usuários de drogas. Famílias sem-teto ocupam casas vazias.

"As pessoas se sujeitam a estar naquelas condições, em locais insalubres. Pôr a vida em risco para ter um teto não é uma visão agradável", diz o tenente-coronel Izac Matos sobre o cenário encontrado nas visitas da Defesa Civil.

O pedreiro Klaisson Silva Martins mora com a mulher e três filhos em um dos casarões abandonados.

O medo dele aumenta no período chuvoso. "É comum ver casarão que desabou nessa época de chuvas", diz.

Dona de um ateliê na área, Marlene Barros reclama da vizinhança. Um casarão próximo foi invadido, e o acúmulo de lixo a irrita. "Há dias em que o cheiro é insuportável."

'OCUPE O CENTRO'

A degradação se acelerou a partir dos anos 2000, com a paulatina migração para áreas mais nobres, próximas às praias, segundo o Ministério Público Federal. "Órgãos públicos, empresas e moradores estão deixando o centro histórico", diz o procurador Alexandre Soares.

O órgão e o Iphan acionaram na Justiça donos de casarões para que restaurem os prédios --eles alegam que o custo da reforma é alto.
A Procuradoria também move ação contra o poder público. "O abandono não está só no casarão. São ruas sujas, mal iluminadas, com buracos, com calçamento mal cuidado", diz Soares.

O Ministério Público e o Iphan defendem políticas para ocupar o centro. "Que seja uma área rentável, senão o empresário não vai querer investir", diz a superintendente do Iphan Kátia Bogéa.

OUTRO LADO

A prefeitura e o governo estadual dizem que estão recuperando casarões e que têm projetos conjuntos para o centro histórico de São Luís.

Em nota, a gestão do prefeito Edivaldo Holanda (PTC) diz que lacrou 19 prédios --alguns abrigavam usuários de drogas --e que busca atrair investimentos privados para o centro com incentivo fiscal. A prefeitura afirma ainda que está restaurando prédios com verba própria e federal.

O governo estadual, em nota, diz que prevê restaurar 17 prédios no centro histórico com verba federal. As obras devem começar no segundo semestre.
A gestão do governador Flavio Dino (PCdoB) disse que tem agido em projetos com o município para garantir mais segurança.

'Feirão da Lava Jato' atrai compradores

Para pagar dívidas bilionárias, empreiteiras põem à venda aeroportos, rodovias, empresas de saneamento e estaleiros

Grupos estrangeiros e locais se organizam para aproveitar ofertas, mas temem se associar a suspeitos de corrupção
RAQUEL LANDIMJULIO WIZIACKDAVID FRIEDLANDERDE SÃO PAULO

Abatidas em pleno voo pela Operação Lava Jato, algumas das grandes empreiteiras do país vão encolher para o que eram antes do boom econômico dos anos Lula.
Para pagar dívidas bilionárias, essas empresas estão promovendo um feirão de concessões de aeroportos, rodovias, empresas de saneamento e estaleiros.

Grupos estrangeiros e locais se organizam para ir às compras e aproveitar as oportunidades que apareceram com o "petrolão", mas ao mesmo tempo têm receio de se envolver com empresas enroscadas no escândalo.

Os aeroportos de Guarulhos, Brasília e Natal, privatizados no governo Dilma, estão à venda. Se houver uma boa proposta, o aeroporto de Viracopos (Campinas) pode entrar no pacote, mas, por enquanto, os sócios não têm interesse em se desfazer dele.