Trabalhadores do Maranhão têm o menor rendimento médio, de R$ 946. Maior rendimento é o do Distrito Federal, de R$ 3.046.
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Trabalhadores do Maranhão têm o menor rendimento médio, de R$ 946. Maior rendimento é o do Distrito Federal, de R$ 3.046.

Veja os rendimentos médios dos trabalhadores por estado


  • Anay Cury e Cristiane Caoli – G1 SP E RJ

  • No primeiro trimestre, o rendimento médio real (todos os ganhos recebidos no mês) de todos os trabalhadores ocupados foi estimado em R$ 1.840 – número estável em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com o trimestre anterior, o rendimento cresceu 0,8%.

    De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, ficaram acima da média nacional os rendimentos dos trabalhadores do Sudeste (R$ 2.116), Sul (R$ 2.007) e Centro-Oeste (R$ 2.090).

    Divulgada nesta quinta-feira (7), a Pnad Contínua substitui a tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), e agora traz dados detalhados do mercado de trabalho por estados e regiões.

    Os menores rendimentos foram vistos no Maranhão (R$ 946), Piauí (R$ 1.122) e Ceará (R$ 1.137) , e os maiores no Distrito Federal (R$ 3.046), em São Paulo (R$ 2.401) e em Roraima (R$ 2.146).

    “O aumento é esperado [do quarto trimestre para o primeiro de 2015], dado que você tem dispensa de trabalhadores temporários, que são pessoas que ganham menos. E quando você tem menos pessoas ganhando menos, então, o rendimento acaba subindo”, disse o coordenador de rendimento e trabalho do IBGE, Cimar Azeredo.

    Desemprego
    A taxa de desemprego ficou em 7,9% no primeiro trimestre deste ano.
    Isso equivale a 7,934 milhões de pessoas.

    No quarto trimestre de 2014, a desocupação ficou em 6,5% e nos três primeiros meses do ano passado, em 7,2%.
    Enquanto a região Nordeste teve a maior taxa desocupação do país, 9,6%, a Sul registrou a menor, de 5,1% no período, abaixo da média nacional. Na análise por estados, os dois extremos ficaram com o Rio Grande do Norte, onde o desemprego atingiu 11,5%, e com Santa Catarina, onde a taxa chegou a 3,9%.
    Assista no vídeo acima: coordenador do IBGE fala sobre rendimento
    De acordo com o IBGE, a população desocupada cresceu 23% em relação ao trimestre anterior e 12,6% em relação aos três primeiros meses de 2014.
    A Pnad apontou diferenças significativas na taxa de desocupação entre homens e mulheres. No primeiro trimestre, a taxa ficou em 6,6% para os homens e 9,6% para as mulheres.
      




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