26ª edição do Encontro de Gigantes mantém viva a tradição e cultura dos Cantadores no São João.
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26ª edição do Encontro de Gigantes mantém viva a tradição e cultura dos Cantadores no São João.



A noite da última sexta-feira (9), no Centro de Produção Artesanal – Ceprama, localizado no bairro da Madre Deus, foi de muita arte e beleza para aqueles que fazem do canto sua atividade de entrega e devoção para a festa de expressão cultural mais importante do estado do Maranhão, o São João.

Famílias inteiras se reuniram para ver os cantadores, aqueles que narram com versos e rimas a história do Maranhão, de forma singela, de forma marcante, assim são os mestres cantadores, os Gigantes.



A noite de apresentações começou com a bela participação do Boi da Lua, que com suas músicas, fez todo mundo entrar no clima da festa junina da capital maranhense.

Roberto Ricci foi quem deu continuidade a festa e com um repertório voltado para as toadas consagradas da nossa cultura popular, fez um show magnífico, levando o público ao delírio com sua apresentação emocionante.Já era sábado quando os gigantes tomaram o palco e continuaram a sua festa.

Acompanhados do instrumental do Boi da Pindoba eles iam se revezando e mostrando a sua arte para maranhenses e turistas que dançavam, cantavam e tocavam suas matracas numa verdadeira orquestra do povo.

Seu Kleber, que também é músico, levou seu filho e seu sobrinho para terem seus primeiros contatos com esta arte tão tradicional do nosso São João no Maranhão. Ele narra que considera importante que as crianças para que assim exista uma perpetuação da história e tradição dos ritos do mês de junho.

“Eu sempre levo esses meninos para onde vou. A cultura do São João não pode ser perdida. Temos que participar ativamente, por isso eu sempre faço questão que eles venham comigo. Essa cultura é para todos, de criança a adultos”, finaliza.

Para o cantador Gilmar da Conceição, é um orgulho fazer parte da história da festa. Ele esteve no palco e, emocionado, comentou sobre a importância do evento para os cantadores.


“Vinte e seis anos não são vinte e seis dias, é preciso ter respeito por essa atividade que é realizada aqui, não é à toa que nós descemos do palco para confraternizar junto ao nosso povo é São João é tempo de se sentir muito mais feliz”, afirma.

No domingo, no Espigão da Ponta d’Areia, a festança recomeça com Edson Sanfoneiro e Trio Poeirão, seguido da Companhia Encantar.

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