UFMA e IPHAN dialogam sobre o andamento de obras do PAC Cidades Históricas
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UFMA e IPHAN dialogam sobre o andamento de obras do PAC Cidades Históricas



SÃO LUÍS- A reitora Nair Portela se reuniu nesta segunda-feira, 05, com a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Kátia Bogéa e o superintendente do órgão no Maranhão, Maurício Itapary, para avaliar o andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), executadas pela Universidade Federal do Maranhão.
O Programa de Aceleração do Crescimento das Cidades Históricas engloba três prédios em São Luís, que fazem parte do patrimônio arquitetônico da Universidade Federal do Maranhão. As obras contempladas com os investimentos do governo federal são o Fórum Universitário, localizado na Rua do Sol; o Palácio Cristo Rei, na Praça Gonçalves Dias e o Palácio das Lágrimas, em frente à Igreja de São João.

Durante a reunião foi reforçado o compromisso que as instituições precisam ter no sentido de finalizar os trabalhos. O encontro deve resultar em um esforço conjunto entre a UFMA e o IPHAN para que as obras em execução sejam concluídas. Assim como aconteceu com a Fábrica Santa Amélia, inaugurada em outubro de 2015, e enriqueçam cada vez mais o patrimônio histórico do estado.
A presidente do IPHAN considerou a reunião positiva para atualizar os dados sobre a execução das obras e acelerar na resolução de pendências de alguns projetos.  “Esse encontro serve para fortalecer a nossa parceria com a Universidade, para reforçar nosso compromisso e confiança na instituição e mostrar, também, que apesar das dificuldades na execução das obras, o que é comum, nosso objetivo é alinhar as ações entre as instituições, para que possamos avançar juntos na execução das obras e ao fim, termos concluído nosso objetivo, que são as obras finalizadas”, destacou Kátia Bogéa.
Segundo a reitora Nair Portela, a Universidade Federal do Maranhão como executora das obras de recuperação dos prédios históricos precisa estar atenta ao andamento dos trabalhos. “A UFMA deve não só tomar conhecimento de todo o processo que envolve a execução das obras, mas, também, saber quais problemas estão sendo enfrentados e buscar soluções para poder honrar nosso compromisso”, disse a reitora.
Durante a reunião também foi reforçada a importância em executar a obra de construção do Museu de Arqueologia, na Rua Antônio Rayol, Centro. O prédio já abrigou a Fábrica Progresso Maranhense e o Serviço de Imprensa e Obras Gráficas do Estado (Sioge), foi cedido pelo Estado à UFMA, em acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e tem por objetivo guardar e custodiar os achados arqueológicos da área de implantação da Refinaria Premium, em Bacabeira (MA), além de abrigar a pós-graduação em Arqueologia da Universidade Federal do Maranhão.
 

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