Pra cima deles, Tubarao!

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Pra cima deles, Tubarao!



O futebol maranhense está vivendo um momento diferenciado, de plena euforia. Seja qual for o resultado na disputa da final da Série C do Campeonato Brasileiro, entre Sampaio Corrêa e Santa Cruz, de Recife, é fundamental que se saiba que o time maranhense, a Bolívia querida de maior torcida deste Maranhão, já chegou muito longe. Há um clima de congraçamento no ar, e até os rubro-negros do Morto Clube estão torcendo pela vitória do Tubarão, que representa com galhardia o futebol Timbira.

Década de setenta, estádio Nhozinho Santos, com as velhas arquibancadas Sol e Sombra, suquinho, picolé vendido ali, na hora, pelos mais autenticos picolezeiros de São Luís, na época, matavam a sede dos torcedores bolivianos que torciam pelo Sampaio Corrêa na competição conhecida como Brasileirinho, na época. Foi em 1972, e Neguinho fazia sucesso na zaga sampaína. O nome do clube se inspira no Hidroavião Sampaio Corrêa II, que pousou em São Luís em dezembro de 1922. O Sampaio foi fundado em 25 de março de 1923.

Possuidor da maior quantidade de títulos estaduais, o Sampaio é o único time do Maranhão a ter vencido a Copa Norte, e a única equipe do país a ser campeão em três divisões nacionais diferentes (Segunda Divisão, atual Série B, em 1972, Terceira Divisão de 1997, atual Série C, e Série D, de 2012. Em torneios nacionais, o Sampaio conta com 8 participações na Série A do Campeonato Brasileiro, 12 na Série B e mais 17 na Copa do Brasil. Foi o único time do Maranhão a participar de um torneio internacional, a copa Conmebol, em 1998, tendo alcançado a fase semifinal.

Querem mais? Foi uma verdadeira apoteose a recepção que a equipe do Sampaio teve quando se classificou para a Série B do campeonato brasileiro, recentemente. A torcida apostou no time, lotou o Castelão, acompanhou e apoiou o time, como deve acontecer com quem torce de forma sadia. Assim, a gente vendo que existe organização, planejamento, trabalho sério sendo feito, a gente aposta e confia.

O Sampaio já representou muito bem o nosso futebol e em Recife, se o time permanecer com a garra de sempre e com a disposição de, mais uma vez, fazer história, sairá de Pernambuco com mais um caneco nas mãos. Hora de fazer a força, torcer, sorrir, chorar e se Deus quiser e os deuses do futebol permitirem, iremos depois de tudo tomar aquela gelada no final do jogo. Viva o Sampaio Corrêa. E viva Nilton Santos e o futebol brasileiro!

JP TURISMO – Paulo Melo Sousa



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