Projeto “Cinemateca Lume”, do Cine Lume, terá início na próxima segunda-feira (06)
SÃO LUÍS- O cinema maranhense será o centro das atenções no mês
de agosto, com o projeto “Cinemateca Lume”, a partir da próxima segunda-feira
(6), às 20h, no Cine Lume (Renascença II). Toda semana, um filme em
curta-metragem maranhense será exibido na sala, acompanhando o lançamento do
período. O acervo para exibição já chega a 100 curtas-metragens. O projeto,
entre outras coisas, prevê um pequeno retorno financeiro para cada curta,
advindo da bilheteria.
Filmes
A abertura do projeto será com os filmes “Marina”, “Carnavália”, “Amniogênese”, “Você é diferente” e “Jardim Suspenso”. O primeiro, do diretor Taciano Brito, conta a história de Marina, uma senhora negra nascida na década de 1930, em Bacuri, interior de Cururupu, no Maranhão, que aos sete anos, já acostumada a trabalhar na roça, foi separada da mãe e dos irmãos para trabalhar em uma casa de família na capital. Em regime escravo, Dona Marina trabalhava das 4h às 22h, ainda criança, começando, assim, sua árdua trajetória. “Carnavália”, por sua vez, de Áurea Maranhão e Ramusyo Brasil, revela as complexidades das relações sociais homem e mulher, fragilidade e força. Trata-se de um filme para refletir sobre o feminino, o abuso e a violência contra a mulher.
A abertura do projeto será com os filmes “Marina”, “Carnavália”, “Amniogênese”, “Você é diferente” e “Jardim Suspenso”. O primeiro, do diretor Taciano Brito, conta a história de Marina, uma senhora negra nascida na década de 1930, em Bacuri, interior de Cururupu, no Maranhão, que aos sete anos, já acostumada a trabalhar na roça, foi separada da mãe e dos irmãos para trabalhar em uma casa de família na capital. Em regime escravo, Dona Marina trabalhava das 4h às 22h, ainda criança, começando, assim, sua árdua trajetória. “Carnavália”, por sua vez, de Áurea Maranhão e Ramusyo Brasil, revela as complexidades das relações sociais homem e mulher, fragilidade e força. Trata-se de um filme para refletir sobre o feminino, o abuso e a violência contra a mulher.
Além desses, será
exibido, também, “Amniogênese”, de Rose Pane, que apresenta espíritos no limbo,
em diálogo sobre nascer e não nascer, viver e morrer. Já “Você é diferente”,
uma produção de alunos da Escola de Cinema do Maranhão. Segundo o diretor,
George Pedroso, o roteiro do filme surgiu depois da insatisfação com os curtas
produzidos com temáticas relacionadas a lésbicas, gays, bissexuais, travestis,
transexuais e transgêneros (LGBTQ). Por último, “Jardim Suspenso”, com direção
e roteiro de Euclides Moreia Neto, é o primeiro filme maranhense em 35mm. É a
adaptação do poema homônimo do escritor maranhense José Chagas e reflete uma
questão ainda hoje latente para os habitantes de São Luís: o descaso com o
patrimônio histórico-arquitetônico.
“A ideia é fazer com que
o cinema maranhense se torne mais conhecido, abordando as produções do
cineastas desde a década de 1970, com Murilo Santos e Breno Ferreira, por
exemplo, até a nova geração, com Áurea Maranhão e Al Danúzio, entre diversos
outros”, destacou Frederico Machado. Ainda conforme o diretor, A Cinemateca
funcionará como fonte de pesquisa. “Os interessados em pesquisar poderão
agendar as exibições, solicitar cópias de filmes, entre outras coisas”,
informou.
Serviço
O quê
Abertura do projeto
“Cinemateca Lume”
Quando
Na próxima
segunda-feira, às 20h
Onde
Cine Lume (Renascença
II)
Entrada franca
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