"Redenção": o mais novo sucesso do cinema maranhense
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"Redenção": o mais novo sucesso do cinema maranhense

O diretor de fotografia Romam Lechapelier, a atriz Daya Ananias, o codiretor e produtor Joaquim Haickel e Neville D'Almeida 

  • FERNANDO BAIMA / ESPECIAL PARA O ALTERNATIVO

  • Filme de Neville D’Almeida com codireção de Joaquim Haickel, foi selecionado para participar de 12 festivais internacionais e já ganhou cinco prêmios.
  • O celebrado diretor Neville D’Almeida de “A Dama do Lotação”, “Os Sete Gatinhos” e “Rio Babilônia”, entre outros importantes filmes, foi convidado pelo cineasta Marcos Ponts para vir a São Luís ministrar um curso de direção na Escola de Cinema do Maranhão. Chegando aqui, resolveu mostrar aos alunos como é que, na prática, se dirige um filme.
    Neville chamou o roteirista, diretor e produtor maranhense, Joaquim Haickel, dono da Guarnicê Produções, para ajudá-lo a tornar realidade esse projeto, produzindo e codirigindo o filme.

    D’Almeida que há muito tempo vem desenvolvendo um interessante método de roteiro oral, é o autor do poderoso argumento original de “Redenção”, que foi passado para Haickel num rápido bate papo de bar. Seduzido pela ideia, Haickel tratou de adaptar o argumento às circunstancias e condições do Maranhão.
    A Guarnicê Produções se responsabilizou por todos os insumos e custos de realização do curta-metragem, que foi rodado em apenas quatro dias e contou com o trabalho voluntário dos alunos da Escola de Cinema do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema).
    “Redenção” conta um pedaço da história da vida da jovem Nina, que sai de uma pequena cidade do interior (Haickel em sua adaptação sugere que a cidade é Pirapemas) para a capital de seu estado (São Luís). Ela diz que busca um emprego como cantora, mas o desenrolar dos acontecimentos mostram que nem tudo é bem como ela diz ser!
    No papel de Nina, está a cantora e também diretora de arte do filme, Daya Ananias, que estreia com sucesso como atriz. Tanto sucesso que logo no primeiro festival para o qual o filme foi selecionado, ganhou o prêmio de atriz revelação.
    Um dos pontos altos do filme é a trilha sonora composta por três músicas competentemente harmonizadas por João Simas que fez também a edição de som do curta. As músicas são “Eulália” de Sergio Habibe, com arranjo de Zé Américo, na voz de Papete; “Disfarce” de Manoel Menezes com arranjo de João Simas, na voz da própria atriz, Daya Ananias; e “O Mio Babbino Caro”, ária de Giacomo Puccinni, com arranjo de Gustavo Correia, na voz de Lívia Correia, irmãos maranhenses dedicados à música.

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