Cinema para movimentar a cidade
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Cinema para movimentar a cidade

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Programados para acontecer este ano, o Festival Guarnicê de Cinema e o Festival Maranhão na Tela terão vasta programação; o primeiro completará quarenta edições e o segundo, dez anos de história na agenda cultural local.
Caderno ALTERNATIVO - EMA 
Este ano será um prato cheio para os amantes do cinema no Maranhão. Além da edição de número 40 do Festival Guarnicê de Cinema, que será realizado de 2 a 10 de junho, o festival Maranhão na Tela vai celebrar 10 anos de história e acontecerá de 16 a 26 de agosto.

O Festival Guarnicê de Cinema acontecerá no Centro Histórico e reunirá cineastas, produtores, atores, atrizes, técnicos e grande público, estimado em mais de 10 mil cinéfilos de todas as idades. O festival será aberto ao público e terá mostras nacionais competitivas de longas e curtas e uma específica para filmes maranhenses. O melhor longa nacional receberá o Troféu Guarnicê e uma premiação em dinheiro no valor de R$ 23 mil, dedutíveis de impostos.
O melhor curta nacional ganhará o Troféu Guarnicê, além da premiação em dinheiro no valor de R$ 12 mil, também dedutíveis de impostos. O Prêmio Assembleia para melhor filme realizado por maranhenses outorgará uma premiação em dinheiro no valor de 10 salários mínimos, dedutíveis de impostos.
O evento será coordenado por Eduardo Valente e a curadoria, formada por Rafaelle Petrini, Stela Aranha e Daniel Queiroz, selecionou seis longas e 18 curtas nacionais e 13 produções maranhenses. De um total de quase 400 filmes inscritos, 37 deles, entre curtas e longas-metragens, foram selecionados para competirem no 40º Festival Guarnicê de Cinema. Entre os maranhenses que participarão da Mostra Competitiva estão “Angústia” (Frederico Machado), “Traçados” (Arturo Saboia), “Um Convite” (Daniel Drummond), “A Pequena História da Lenda de Ana Jansen” (Beto Nicácio), “Pare, Olhe e Escute” (Pablo Monteiro), “Natureza Fala” (Ramusyo Brasil), “Carnavalha “ (Áurea Maranhão e Ramusyo Brasil), entre outros.
Na Mostra Nacional Competitiva de Filmes em Curta-Metragem estão “Abissal” (Arthur Leite – CE), “Luiza” (Caio Baú – PR), “O Quebra Cabeça de Tarik” (Maria Leite – MG), “Stanley” (Paulo Roberto - PB), entre outros. Entre os longas-metragens, “Lamparina da Aurora” (Frederico Machado – MA), “O Tempo Feliz que Passou” (André Costa – PB), “Danado de Bom” (Deby Brennand - PE),”Balada para os Mortos” (Lucas Sá – Mae RS), etc.
Na Tela
O festival Maranhão na Tela, por sua vez, acontecerá no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (Praia Grande), com uma série de novidades. Além das mostras realizadas tradicionalmente (Panorama Brasil, com longas-metragens inéditos, e Animarte!, que exibirá mais de 350 animações de dezenas de países), haverá mostras especiais, como a que exibirá 10 filmes dentre os melhores longas-metragens já apresentados pelo festival e uma mostra de clássicos do cinema nacional.
A mostra Maranhão de Cinema, única categoria competitiva e destinada exclusivamente à produção cinematográfica local, está com inscrições abertas. “A expectativa em torno da competitiva é grande. São 10 anos de atividade do Maranhão na Tela, comemorados em um excelente momento do nosso cinema”, destaca Mavi Simão, diretora geral do festival.
Além dos filmes que participarão da competitiva, o panorama se completará com a mostra em homenagem ao cineasta maranhense Joaquim Haickel, que terá uma retrospectiva inédita da sua obra.
A primeira atividade do festival está marcada para junho, com a jornalista e roteirista Angélica Coutinho, que ministrará curso avançado de Roteiro de Ficção, de 40 horas. O tom de celebração do festival é obra do artista visual maranhense Naldo Saori, que produz murais no Brasil e exterior. A identidade visual foi criada a partir do óleo sobre tela “Tudo para Ti”.
Segundo Mavi Simão, idealizadora do projeto, o evento deste ano tem um toque especial. “Essa edição é histórica para o Maranhão na Tela porque não estamos comemorando somente os 10 anos de existência do festival. Essa também é uma edição para se comemorar o excelente momento do cinema maranhense e o quanto sonhamos e procuramos contribuir para isso acontecer”.



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